
No entardecer do dia, muitas pessoas apareceram na praça que ficava logo em frente para a Igreja. O galego o dono de uma venda, um poeta, uma baiana e outros, todos eram a favor de Zé e ficaram ali para dar sua opinião. Nessas circunstâncias Rosa já arrependida pela traição, então volta. Logo após aparece um repórter e classifica Zé como o novo Messias, um apoiador da reforma agrária e cria uma revolta política em cima da promessa feita por ele. Um guarda apareceu e tentou convencer Zé a ir embora e depois ficou a favor dele junto ao padre, mas ele não aceitou. Com isso as apostas foram feitas, quanto ao dia que Zé ia ter a entrada ou não da igreja e a cruz. O superior do padre foi para a igreja, ficou a par da historia e ele propôs que Zé pedisse perdão por seu pecado e fosse embora abandonando a cruz, mas o Zé não aceitou. Com pinta de Bonitão, apareceu na praça um policial que ficou observando Zé, esperando que ele fizesse algo de errado para comentar com Rosa, mas ele estava ciente da situação que o marido estava passando, suplicou ao marido para ir embora novamente, mas ele estava irredutível. Nessas circunstâncias o Bonitão reapareceu e Rosa foi com ele. Ao chegar ao locar o delegado e alguns policiais estavam querendo levar o Zé-do-burro para ser preso, mas Zé afirmou que dali só sairia morto, pois ele não tinha nada a temer e ao mesmo tempo estava se declarando inocente. Rapidamente uma confusão aconteceu e um tiro pegou em Zé, onde o feriu mortalmente. Os policiais foram embora, mas o padre se sentiu culpado e os capoeiristas que estavam na praça pegaram o corpo de Zé e o coloraram sobre a cruz, levando-os para dentro da igreja.