
1º Ato
Zé-do-burro era um homem muito simples, vivia na companhia da mulher e de seu animal, um burro por quem tinha muito apego. Certa vez o animal foi ferido na cabeça por um galho de árvore e Zé, ao ver a situação do animal, fez uma promessa à Santa Bárbara. Prometeu que dividiria suas terras entre os necessitados e carregaria uma cruz tão pesada como a de Jesus até à igreja da Santa. Como em sua cidade não havia a igreja, fez a promessa em um terreiro de candomblé, onde ela é conhecida pelo nome de Iansan. Saiu de sua terra no interior da Bahia carregando uma cruz, junto com sua esposa. Caminharam sessenta léguas até que chegaram à igreja de Santa Bárbara em Salvador. Saíram às cinco da manhã e chegaram à igreja um pouco antes desse horário. Por mais que Rosa insistisse para que ele deixasse a cruz na porta, Zé mantinha-se firme na ideia de que a promessa só seria cumprida se ele deixasse a cruz na frente do altar como prometera. Nessas circunstâncias Rosa se deitou nos degraus da igreja e cochilou. Zé, que estava extremamente cansado da jornada com a cruz, ficou tentando se manter em vigília, mas pegava no sono constantemente.

O livro, muito interessante, muito legal, e engraçado !, ADÓOOORO ! Epaminondas.
ResponderExcluirQue bom, vcs estão realizando as tarefas!
ResponderExcluirLogo depois, Três da tarde, Dedé oferece poemas para Zé, a fim de derrotar o Padre. Aparecem, em momentos subseqüentes, o capoeirista Mestre Coca e o policial, o Secreta, chamado por Bonitão, ficando ambos, por enquanto, nas cercanias. Zé começa a perder a paciência e arma uma gritaria. O padre reage. Chega o Monsenhor, autoridade da igreja, propondo a Zé uma solução: ele, Monsenhor, na qualidade de representante da Igreja, pode liberar Zé da promessa, dando-a por cumprida. Zé não aceita, dizendo que promessa foi feita à Santa e só ela poderia liberá-lo. Segue o impasse. Zé explode novamente e avança com a cruz sobre a Igreja. O padre fecha a porta. Zé, já desesperado, bate com a cruz na porta. O drama é total.
Desde o princípio, O pagador de promessas deixa claro para que veio. Mostrando uma demasia de intolerância religiosa, originada da intensa divergencia doutrinária das duas religiões retratadas, isso devido a um forte sincretismo religioso, ocorrido principalmente na Bahia. Zé um homem do campo muito devota, comete um ato deletério, ao fazer uma promessa num terreiro de candomblé e querer cumprir numa igreja católica, tudo devido a associação da divindade africana Iansã à divindade católica Santa Barbara, como é forte a diferença doutrinária e a igreja condena o candomblé como culto diabólico não aceita que Zé entre com sua cruz na igreja. É apartir daí que se constroi o conflito do livro que culmina trágicamente.
ResponderExcluiragora da uma passadinha em nosso blog, estão livres para comentar e virar nossos seguidores será um prazer!
Agora já somos seguidores de vocês também. beijos!
ResponderExcluiroi amigos!!!
ResponderExcluiro blog de vocês está legal, só corrigindo a distância percorrida por Zé do Burro e sua esposa Rosa foi de sessenta léguas e nao de sete...recorrijam!
bjinhos...
**COMENTAMOS O DE VOCÊS AGORA SÓ FALTA VOCÊS COMENTAREM O NOSSO E SEREM SEGUIDORES**
interessante, legal.
ResponderExcluirblog ta bom.
muitoo massa o blog de vcs,parabéns!
ResponderExcluirAdorei o resumo do 1° ato' Pagador de promessas é um ótimo livro.
ResponderExcluirSigam nosso blog também.
O blog esta muito legal,o resumo otimo e bem claro! Parabéns,beijos.
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